Error loading MacroEngine script (file: PageHeader.cshtml)

Existe alguma forma de identificar a dor?

Existe alguma forma de identificar a dor?

A avaliação da dor começa com uma história clínica anterior que nos permite ter uma noção da duração, do local e da intensidade do grau de dor. Seguidamente é efectuado o exame clínico que começa à distância para avaliação do comportamento, atitude, postura corporal e marcha e, em seguida é feita uma observação durante a interacção humana. Finalmente e efectuada uma palpação suave da região do corpo de interesse para determinar a resposta do animal caso necessário.
A maioria dos sinais clínicos óbvios de desconforto no cão e no gato são a vocalização, agitação, postura ou marcha anormal; brigas; hipersensibilidade ao toque (conhecido como "hiperestesia") ou extremamente sensíveis a estímulos dolorosos (conhecido como "hiperalgesia") e, sendo extremamente sensíveis a estímulos que normalmente não causariam desconforto ou dor, mas o animal responde com uma resposta dolorosa (conhecido como "alodinia")
Sinais mais subtis incluem tremores, depressão, redução do apetite, letargia, mordedura, marcha ou postura corporal anormal. 
Respiração rápida (conhecido como "taquipnéia"), ritmo cardíaco rápido (conhecida como "taquicardia"), pupilas dilatadas (conhecido como "midríase"), e aumento da pressão arterial (conhecido como "hipertensão") associado com a resposta ao stress podem acompanham a dor, mas são sinais não específicos que podem ser vistas em muitas condições clínicas.
As medidas mais subjetivas, isto é, medidas em que passa a haver envolvimento do julgamento humano na observação de comportamentos em situações de possível dor, são portanto, de grande importância na avaliação da dor nos animais.
Para diminuir ao máximo o grau de subjetividade inerente ao processo de avaliação, existem hoje em dia escalas de dor onde determinados parâmetros fisiológicos e comportamentais são convertidos num valor de intensidade de dor.